
“Tempo virá em que do obscuro gabinete do escritor a pena governará o mundo... Uma palavra que cair do bico da pena daí a uma hora correrá o universo por uma rede imensa... falando por milhões de bocas, reproduzindo-se infinitamente como as folhas de uma grande árvore.”
(ALENCAR. José de, Diário do Rio de Janeiro, 27 de maio de 1855).
(ALENCAR. José de, Diário do Rio de Janeiro, 27 de maio de 1855).
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